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Perguntas Frequentes
O Melanotan 2 é seguro para bronzear?
Não. Nenhuma autoridade reguladora considera o Melanotan 2 seguro para fins de bronzeamento. Foi associado a náuseas, rubor facial, escurecimento e alteração de sinais cutâneos e a preocupações sobre o risco de melanoma. Além disso, os produtos vendidos online não têm controlo de pureza nem de dosagem. As autoridades de saúde de vários países emitiram alertas formais contra a sua utilização.
Qual é a diferença entre Melanotan 1 e Melanotan 2?
O Melanotan 1 (afamelanotida) é uma molécula linear, mais seletiva para o recetor MC1R, que passou por ensaios clínicos e foi aprovada para uma doença rara, a protoporfiria eritropoiética. O Melanotan 2 é uma molécula cíclica, mais potente mas menos seletiva, que ativa também os recetores MC3R e MC4R, causando mais efeitos sistémicos. O Melanotan 2 nunca foi aprovado para uso humano.
Como atua o Melanotan 2 sobre o recetor MC1R?
O Melanotan 2 liga-se ao recetor MC1R à superfície dos melanócitos, imitando a hormona α-MSH. Esta ligação ativa a adenilil ciclase, aumenta o AMP cíclico e estimula a tirosinase, a enzima responsável pela síntese de melanina. O resultado é uma maior produção de eumelanina e um escurecimento da pele, por uma via hormonal em vez do dano direto provocado pela radiação UV.
O Melanotan 2 é legal em Portugal?
Não. O Melanotan 2 não está autorizado pelo Infarmed nem pela EMA como medicamento ou produto cosmético, e a sua venda para consumo humano é ilegal. É frequentemente comercializado online como "péptido de investigação", mas esse rótulo não legitima a sua utilização nem garante segurança ou qualidade.
O Melanotan 2 protege contra o cancro da pele?
Não está cientificamente demonstrado que o Melanotan 2 ofereça proteção segura contra o cancro da pele. Embora a melanina induzida absorva alguma radiação UV, o péptido provoca o escurecimento e a alteração de sinais, o que dificulta a deteção precoce do melanoma e levanta preocupações sobre a estimulação crónica dos melanócitos. Não substitui a fotoproteção convencional.
Fontes
- Dorr RT, Lines R, Levine N, et al. (1996). Evaluation of melanotan-II, a superpotent cyclic melanotropic peptide, in a pilot phase-I clinical study. Life Sciences.
- Hadley ME, Dorr RT. (2006). Melanocortin peptide therapeutics: historical milestones, clinical studies and commercialization. Peptides.
- Habbema L, Halk AB, Neumann M, Bergman W. (2017). Risks of unregulated use of alpha-melanocyte-stimulating hormone analogues: a review. International Journal of Dermatology.
- Langan EA, Nie Z, Rhodes LE. (2010). Melanotropic peptides: more than just 'Barbie drugs' and 'sun-tan jabs'?. British Journal of Dermatology.
- Cousen P, Colver G, Helbling I. (2009). Eruptive melanocytic naevi following melanotan injection. British Journal of Dermatology.
- Ong S, Bowling J. (2012). Melanotan-associated melanoma in situ. Australasian Journal of Dermatology.